Essa postagem tem como objetivo mostrar aspectos históricos da energia solar, assim como a quantidade de países que a utilizam, e de que forma, a fim de dar uma perspectiva geral de sua utilização no mundo todo.
Geralmente, a energia solar é favorecida em locais quentes e secos, como desertos, áreas áridas ou semi-áridas com baixa nebulosidade e incidência de raios solares em pelo menos boa parte do ano.
Os Estados Unidos da América possuem o maior parque de energia solar do mundo no deserto de Mojave, Califórnia, que produz atualmente 354 megawatts de eletricidade, o suficiente para 90 mil residências. Construído em 1980, o sistema de Concentração de Energia Solar (ou CSP, como é chamado), também funciona a partir de espelhos, e pela sua alta tecnologia são capazes de conservar a energia por até horas depois do pôr-do-sol. Esse sistema esteve em declínio nos últimos anos, porém tem-se investido nele já há algum tempo, tendo em vista a necessidade dos dias atuais do investimento em uma forma de energia limpa e renovável.
A Alemanha é líder mundial na produção de energia solar, produzindo 2500 megawatts, o que corresponde a 55% de toda a energia solar no mundo, e o país chega até a exportar toda essa potência, atingindo vendas de 3,8 bilhões de euros em 2006, chegando a crescer 20% em 2007. A Alemanha prevê que as emissões de carbono devem ser reduzidas em 20% até 2020, e a cota de energias renováveis na União Europeia deve aumentar em 20%.
Portugal, não só seguindo exigências do acordo de diminuição de emissão de dióxido de carbono na atmosfera através do desenvolvimento de energias limpas, mas também procurando fontes alternativas de geração de força, criou dois grandes parques fotovoltaicos, o de Hércules e o de Amareleja, que juntas ocupam mais de 70 hectares e produzem mais de 22 GWh (gigawatt-hora). Portugal também incentiva a microgeração, fazendo com que os lares tenham painéis solares e vendam o excesso para a Rede Elétrica Nacional.
O Japão começou a investir em energia solar em 2006, equipando as residências da cidade de Ota com painéis solares fotovoltaicos, visando a diminuição da conta de luz dos moradores, o que tem sido muito aprovado, pois a instalação foi gratuita e o excesso de produção poderia ser vendido para uma companhia elétrica. Apesar de ter seu foco em energia nuclear e não possuir espaço físico para uma central de energia solar, o Japão tem investido uma certa quantia em dinheiro no equipamento de moradias com essa tecnologia.
A Indonésia possui mais de 100 milhões de habitantes que não têm acesso à energia elétrica, afastados das cidades principais, e muitas vezes morando em uma das centenas de ilhas que compõem o país. então estabeleceu-se uma meta, levar energia elétrica a 30 mil lares, a partir de células fotovoltaicas, que foram optadas por possuírem baixo custo e alta produção, vida útil e sustentabilidade.






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